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18 - Uma mentira contada mil vezes



Uma mentira contada mil vezes torna-se verdade.

A controvertida história de Jesus está sempre em evidência, pois, por um lado, quanto mais aumenta a fé, aumenta a crença nesse personagem místico, por outro, mais os cientistas e historiadores fazem desmenti-la.

Na semana da páscoa, vimos mais uma vez, as histórias de Jesus divulgadas pela mídia cristã. Desde lindos presépios às representações teatrais, aos filmes com direito a efeitos especiais, onde o público se desmancha de chorar, tal é o sofrimento do personagem.

Ora, a história de Jesus não foi contada apenas mil vezes, mas um bilhão de vezes e, entre os seus crentes, jamais alguém vai contestá-la, principalmente depois de ver um filme desses e sair do cinema chorando comovido. Quem vê o filme, não descrê em hipótese alguma, naquilo que foi contado com tanta dramaticidade e perfeição. Aquilo passa a ser a verdade.

Mas, chega alguém no pedaço, alguém que resolve confirmar a veracidade de tudo aquilo que foi mostrado e se pergunta: Teria sido desse jeito? De fato teria sido assim como se conta, como se encena, como se produz e tenta convencer pela milionésima vez o espectador? Teria Jesus nascido do jeito que contaram, com reis magos, estrela de Belém, virgem Maria? Teria Jesus andado sobre as águas, transformado água em vinho, multiplicado pães e peixes, ressuscitado? Teria Jesus ressuscitado? Teria Jesus realmente existido? Seria Jesus, realmente, filho de Deus? E Deus, existe, realmente?

Bom aí tudo se complica... Quando você abandona o estado de hipnose mística ou fanática dogmática e começa buscar a veracidade dessas histórias, tudo se complica e nada se comprova. Quando você pára pra pensar ao invés de acreditar sem duvidar, os desencontros da lógica começam a surgir fartamente. Começam a surgir evidências históricas e científicas de que, ou nada disso aconteceu, ou se aconteceu foi muito diferente!... Desculpe, não sou eu quem está dizendo, embora prefira estar sintonizado com a verdade. Se alguém me provar o contrário, estarei pronto a rever minhas concepções.
Livros apócrifos – Você já deve ter ouvido falar. Foram textos recusados pelo cristianismo, que escritos da mesma forma, na mesma época, com a mesma finalidade histórica de preconizar a doutrina de Jesus, não foram aceitos nem incluídos na Bíblia. Justificam eles que não puderam ser comprovados em sua autenticidade, como se os que foram reunidos tivessesm alguma autenticidade... Argumentam outros que não estavam em sintonia com os demais. Argumento eu, que não foram aceitos porque contavam coisas que não deveriam ser contadas. Contraditórias, que de tal forma mudariam e muito, a história de Jesus.

Eu, particularmente dou mais crédito a esses livros do que os escolhidos para compor a Bíblia, pois estes não foram manipulados por nenhum papa em segredo, por 1.400 anos.
Veja o que consta de alguns desses livros: O relato é original copiado de um repórter da revista Super Interessante.

Virgindade de Maria:

Maria teria apenas 12 anos quando casou. José desconfiou de sua traição, achando que ela poderia ter perdido a virgindade.
Natividade:

O menino Jesus seria filho ilegítimo de um soldado romano e não teria nascido em Belém, mas em Nazaré. Sem reis magos.
Jesus criança:

Seria travesso e temperamental. Teria matado um amiguinho que esbarrara em seu corpo, ressuscitando o garoto em seguida. [Pra ver que até esses livros relatam absurdos].
Os discípulos:

Alguns seriam misóginos (desprezo ou aversão às mulheres tal como conhecemos entre os islâmicos hoje) e detestavam Madalena, que sempre estava ao lado do mestre e é retratada como sua amante.
Crucificação:

Outro teria sido crucificado. Seguidores de Jesus não poderiam resgatar o corpo porque era impuro tocar cadáveres na Páscoa. [Por uma questão de lógica, se Jesus existiu, foi ele o crucificado, não outro].
Em alguns livros apócrifos estão contadas coisas interessantes, igualmente místicas e duvidosas para um cético como eu, como por exemplo:

“O menino Jesus dos evangelhos apócrifos reunidos por Piñero é capaz de sentenciar um garoto à morte simplesmente por ter esbarrado em seus ombros, ressuscitando-o em seguida, depois de levar um puxão de orelhas de São José. Segregado por familiares de seus amiguinhos, o menino Deus é visto como um feiticeiro que transforma bichos de barro em pássaros vivos. Vai mal na escola porque ousa contestar seus mestres, ignorantes demais para ensinar o Messias. Um deles, Levi, irritado, chega a bater com uma vara em sua cabeça. Jesus fica furioso e o faz cair fulminado. Essa e outras passagens sobre a infância de Cristo são encontradas apenas nos evangelhos apócrifos.” [Fantasias e invencionices desse nível, pertencem à época, não apenas aos que tinham vínculos com Jesus – isso é o que eu acho].

A história de Jesus está diretamente vinculada a uma profecia (que vai se acomodando e aperfeiçoando com o tempo) do velho testamento, mas o que se conta, são coisas muito contraditórias, que nem os próprios judeus, arrolados como o povo de Deus na terra prometida, não acreditou até hoje. Por incrível que pareça, os escritos proféticos mais importantes de Abraão e Moisés, elegeram o povo judeu como escolhido de Deus e Jesus como seu representante máximo aqui na terra, o Messias que viria salvá-los... Mas a profecia não se cumpriu. Os judeus não entenderam desse jeito. O povo “abençoado” é o que mais sofre perseguições nesse mundo, por toda a história, e só não foi extinto ainda, graças aos Estados Unidos.

Segundo livros histórico-científicos, desprovidos de crenças e fanatismos, Maria ia para Belém para o censo. Jesus nasceu no caminho, numa moradia comum àquela época, uma caverna, ainda em Nazareh. Os chamados Reis magos, nada mais eram que astrônomos da época que perseguiam o cometa Haley em sua órbita, e sequer viram o recém nascido.
É claro que para alguém acostumado a se perguntar sobre as coisas, todas essas histórias fantásticas têm explicações diferentes. O homem moderno, não acredita mais em botos que saíram do rio Amazonas e engravidaram a cabocla virgem, filha de Zeferino mateiro. Nem ninguém enfiou o dedinho lá para conferir.

Os conhecimentos científicos atuais não engolem tais coisas de tal forma que essa cabocla, ou foi inseminada pelo vizinho ou pelo próprio pai, com ameaças de calar a boca.

Da mesma forma é mais provável que Maria tenha sido estuprada por um soldado romano, ou quem sabe, por outra pessoa qualquer. Até que (se alguém conferiu sua virgindade, o que eu acho bem difícil, e ela assim permanecia virgem) pode ter engravidado com uma ejaculação na “portinha” pelo próprio José.

Muito provavelmente Jesus fosse rejeitado por Maria, filho de estupro, e por José, corno assumido, de tal forma que era um garoto rebelde e independente. Depois dos doze anos ninguém mais soube dele.

Naquela época, entendam bem, quando se acreditava que deuses em formatos diversos faziam milagres diversos, que se escondiam nos céus, quando a deusa lua, servia para iluminar a noite, o deus trovão para assustar os pecadores, a deusa chuva para favorecer as colheitas etc, era bem provável que alguém acreditasse em ressurreição, caminhada sobre as águas, transformação de água em vinho e multiplicação de pães e peixes. Hoje, com o conhecimento da força da gravidade, da astronomia, da transformação da matéria, da disfunção cerebral, DNA etc, não dá mais para aceitar tais coisas. Principalmente porque, tais fatos sempre ficaram envoltos em nebulosidades, testemunho do mesmo restrito grupo de fanáticos etc. Se ele ressuscitou? Mesmo? Ninguém sabe, ninguém viu, salvo o mesmo grupo de sempre por momentos etéreos.

Quando as coisas se tornaram mais evidentes e impossíveis de distorcer, camuflar ou deturpar, em face da quantidade de testemunhas, deram uma explicação fantástica, mas não evitaram a divulgação da crucificação do milagroso Messias, com toda a humilhação já conhecida. Meio estranho para um “Deus”...

19 - Prezado Fábio.
A discussão teológica é muito ampla e boa de discutir quando temos tempo e paciência suficiente para colocarmos nossas opiniões e justificá-las devidamente. E sei que você tem paciência e eu também. Não sei se você tem tempo. Eu não tenho muito, de maneira que após esse texto, só poderei retornar semana que vem. Por isso, se demorar o retorno não é por desinteresse.

Eu gostaria de fazer várias observações. Vou caprichar porque sei que estou dialogando com uma pessoa inteligente e culta, embora, com uma teoria direcionada a 180º da minha.

Daí, primeiro ponto: Por que pensamos tão diferente? O que o levou a crer em tais coisas que você expôs e eu não? Melhor explicando: porque eu deixei de acreditar em tais coisas e você ainda não? São muitas as razões. Ficaria dias aqui explicando os mínimos detalhes que o fizessem entender, ou pelo menos me entender, porque eu levei anos para concluir a mesma coisa. Por isso apenas posso ser sucinto.
Antes quero dar mais um retoque sobre a definição de Deus e os dicionários. A nossa língua é muito bonita e ampla. A mesma palavra pode ter vários sentidos, além dos figurados. Então, se considerarmos o sentido figurado sobre a palavra Deus, poderemos repetir aquele anúncio da Qualy, na TV, quando o menino, após ver a menina que lhe vem pedir um pote de margarina diz: “Era uma deusa...”

Não podemos definir dessa forma, que toda menininha bonitinha seja uma deusa e, por conseguinte todo menino simpático seja um Deus. Dessa forma existem muitos deuses.

O Deus que devemos apreciar, é esse que você descreveu no final do seu texto. Jeová.

Repare que por definição, deuses têm muitos significados, em função do ponto de vista analisado. Por exemplo, vou copiar aqui as definições do meu dicionário, e naturalmente não poderemos discutir sobre todas:
Deus - substantivo masculino. Obs.: inicial maiúsc.

1 Rubrica: religião, teologia.///

ente infinito, eterno, sobrenatural e existente por si só; causa necessária e fim último de tudo que existe

2 Rubrica: religião, teologia.///

nas religiões primitivas, designação dada às forças ocultas, aos espíritos mais ou menos personalizados

2.1 Rubrica: religião, teologia.///

ídolo fabricado pela mão do homem e ao qual o primitivo rende culto e atribui determinados poderes

3 Rubrica: religião, teologia.///

nas religiões politeístas, e em especial nas antigas, divindade superior aos homens e aos gênios à qual se atribui uma influência especial nos destinos do universo

4 Rubrica: religião, teologia.///

nas religiões monoteístas, sobretudo no cristianismo, ser supremo, criador do universo

5 Rubrica: catolicismo.///

cada uma das três pessoas distintas existentes em um só Deus (Pai, Filho e Espírito Santo)

6 Rubrica: religião.///

representação figurada de uma divindade

7 Derivação: sentido figurado.///

indivíduo superior aos demais em saber, em poder, em beleza

8 Derivação: sentido figurado.///

aquele a que se devota grande veneração e afeição; aquele que é objeto da popularidade; ídolo

9 Derivação: sentido figurado.///

o que é objeto ou alvo dos maiores desejos e que se antepõe a todos os demais desejos ou afetos e ao qual tudo sacrificamos

10 Rubrica: filosofia.///

princípio absoluto, realidade transcendente ou Ser primordial responsável pela origem do universo, das leis que o regulam e dos seres que o habitam, fonte e garantia do Bem e de todas as excelências morais

10.1 Rubrica: filosofia.///

no platonismo, o artífice do mundo, elaborador de uma criação menos perfeita do que os modelos eternos e absolutos que o inspiram

10.2 Rubrica: filosofia.///

no aristotelismo, o motor imóvel do universo, desencadeador do movimento inicial que dá origem a uma infinita cadeia de movimentos subseqüentes e derivados

10.3 Rubrica: filosofia.///

no neoplatonismo, o princípio absoluto que constitui o mundo através da emanação de si mesmo

10.4 Rubrica: filosofia.///

no panteísmo de Giordano Bruno (c1548-1600) ou Spinoza (1632-1677), a realidade universal, a própria natureza em seu aspecto essencial

10.5 Rubrica: filosofia.///

no hegelianismo, a essência eterna que só se realiza e adquire consciência de sua existência através do espírito humano
Definições filosóficas, teológicas sobre diversos aspectos, sentidos figurados etc.

Então vamos discutir sobre esse que você definiu como: “o ser supremo, o espírito infinito e eterno, criador e preservador do universo – que nos amou de tal maneira que enviou o seu filho unigênito Jesus Cristo para que a alma dos homens não perecessem mas tivessem a vida eterna. – Jeová” .
A segunda observação que eu pretendo fazer, se justifica pela minha honestidade de caráter. Eu pretendo acima de tudo e sempre, ser honesto, como se ensinasse a um filho meu. Tenho obrigação de ser honesto com ele, não lhe convencer de uma coisa a qual tenho dúvidas ou não posso provar a existência. No mínimo eu diria – acho – ou – não tenho certeza.
1 - Então como eu poderia afirmar, ou você, da mesma forma, que Deus é infinito? Você já testou o seu Deus para poder afirmar isso? Você tem alguma referência que lhe permita afirmar tal coisa? Qual?

2 – Como você pode afirmar que Deus é um ser? Você já o viu, ouviu ou sentiu? Como poderia dizer a um filho que tem certeza de que deus é um ser, se nunca pode provar isso?

3 – Como você honestamente poderia dizer a um filho que Deus é o criador de todo o Universo? Baseado em quê, tais afirmações? Seria possível o Universo ser criado por um ser qualquer? Que tamanho teria esse ser criador? Seria feito de que matéria? Onde se esconde esse criador, sim, pois nunca o vi. E por último, como surgiu esse criador? Quem o criou?

4 – O que significa esse amor de Deus pelos homens? Ele conhece os homens? Foi ele quem os fez? Se os ama, por que os mata e faz sofrer? Como você explicaria a um filho que esse potente criador, faz crianças nascerem aleijadas e doentes, pessoas morrerem de fome com tanto sofrimento, outras morrerem na guerra como vítimas inocentes, outras morrerem de acidentes quando estão louvando e adorando a ele próprio? E como você explicaria que os homens exploram o povo ingênuo em seu próprio nome? E esses vivem abastados e felizes em sua trajetória espúria.

5 – Quem disse que Jesus era filho de Deus? Na pressuposição que esse imenso e poderoso criador das bilhões de galáxias, do sistema solar, da terra e de tudo que ela habita, o que justifica precisar de um emissário tão raquítico para trazer uma mensagem? E deixar um filho, UM FILHO!... de um ser com tanto poder, morrer humilhado chupando vinagre, trocado por um ladrão? Quem pode atestar que verdadeiramente era filho de um Deus? Quem disse isso, senão ele próprio e os fanáticos analfabetos que o rodeavam?

6 – Como você pode acreditar em escritos que datam da época em que os homens eram analfabetos, e esses escritos ficaram de posse (foram escritos) de fanáticos religiosos durante 14 séculos, manipulados à vontade por essas pessoas que tinham com objetivo fazer com que acreditassem naquilo? Você acha que ninguém tocou nesses escritos? Fora esses escritos e esses fanáticos que nos cercam, quem mais atestou que Jesus era filho de Deus? Porque você acredita nesses homens e não acredita em mim que sou homem da mesma forma? Qual a diferença?

7 – Quem disse que temos alma? Alguém já conseguiu provar isso? Alguém já viu, ouviu uma? Ou são apenas fanáticos religiosos que atestam isso?

8 – Por penúltimo, quem disse que existe Vida Eterna? De novo, os interessados em que todos acreditem nisso? Seriam essas pessoas isentas ou tendenciosas? Por que fazem tanta questão que você acredite nisso?

9 – E por último, quanto você já contribuiu em dinheiro e trabalho para essas pessoas que fazem questão de que você acredite nisso? E quanto você está me pagando para te abrir a mente? Que interesse eu tenho senão puro altruísmo?
Fica o resto do debate para depois que você me responder a essas perguntas.

Saudações.

20 - Em que os muçulmanos crÊem?
Bem antes do ataque ao World Trade Center, em Nova York, eu já combatia o islamismo e volta e meia estava publicando para o mundo as atrocidades ensinadas no Alcorão, o livro sagrado que são obrigados a decorar a partir dos 5 anos de idade, lendo-o 5 vezes ao dia. Só isso já é um absurdo, mais um absurdo religioso, mas o resto... O resto você vai ver na continuação, começando com o depoimento do Abu Salahudin.
Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso.

Salam para Todos.

Em que os Muçulmanos Crêem?
Os muçulmanos crêem em um Único e Incomparável Deus; Nos anjos criados por Ele; Nos profetas por intermédio dos quais Suas revelações foram trazidas para a humanidade; No Dia do Juizo e na apresentação de conta individual pelas ações praticadas; Na autoridade total de Deus sobre o destino do homen e na vida após a morte. Os muçulmanos crêem na corrente dos profetas a partir de Adão, incluindo Noé, Abraão, Ismael, Isaac, Jacó, José, Jó, Moisés, Arão, Davi, Salomão, Elias, Jonas, João Batista e Jesus, que a paz de Deus esteja com todos eles.

Mas a Mensagem final de Deus para o homem, uma reconfirmação da Mensagem Eterna e um resumo de tudo que aconteceu antes foi revelado para o Profeta Mohammad (SAWS) por intermédio do Anjo Gabriel.

Salam para Todos,

Abu Salahudin

Prezado Abu.

A tradução que eu tenho do Alcorão é a mesma que você menciona. Então, quando eu citar as barbaridades que eu encontro, é só você conferir pelo seu. Agora vou te dizer, em que os ateus não acreditam.

Em Deus nenhum, em anjo nenhum, nos profetas como enviados ou inspirados por Deus nenhum, nem nas suas revelações como nada além de fantasia; não acreditam em juízo final, mas no juízo das varas criminais e cíveis da justiça humana, assim como da conta que daremos a ela pelas faltas cometidas; não acreditam que nenhum Deus tenha qualquer influência ou autoridade sobre o homem; e nem na vida após a morte. E pra mim, essa corrente de profetas é a mais absurda invenção do poeta que a escreveu. Naturalmente perdeu a noção do tempo de 4 milhões de anos, quando nasceu “Adão”, e anotou tudo isso na sola do seu sapato.

Se você quiser saber no que os ateus acreditam é só ler o tema: “As razões do ateu ser ateu”, neste mesmo fórum Religião.

(Ver neste livro, o Cap. 33)

21 - Contra Fatos Não há argumentos.

(Texto escrito em 2.000, antes do WTC ser explodido)
Às minhas irmãs de carne e osso.

Queridas, eu sou o Alfredo. Livre como um passarinho. Minha consciência é leve como uma pluma, sem ódios, sem traumas, sem preconceitos, sem correntes, sem fanatismos, sem lavagens cerebrais, sem dever nada a ninguém, simpático, sorridente e feliz com os meus princípios humanos. Sou simples, claro e objetivo. Acima de tudo franco, sincero e honesto com os outros e comigo mesmo, e cheio de amor no coração.

Cada um tem o seu modo de vida, e eu nada tenho com isso. Nem sei porque vim ter aqui. Acho, no fundo, que dou uma grande contribuição a humanidade, condenando, para o meu país e o povo do meu país, as doutrinas fanáticas e políticas do Islamismo, que por minha conclusão, observados nos meus quase 60 anos de vivência, serem totalmente prejudiciais. Já disse as razões: Pregam e praticam a violência em nome de Alah, induzem ao fanatismo religioso e pretendem tomar conta do mundo, com o velho jargão de Maomé. “A conversão ou a morte”.

Desculpem minhas amigas, pois lhes tenho todo o respeito e admiração como seres humanos de boas intenções, não poder concordar com os seus argumentos, pois tenho os fatos nas minhas mãos.

Se eu lhes passo as minhas teorias, dizem que não tenho conhecimento para falar. Se lhes mostro os argumentos da mídia, dizem que é suspeita. Se busco informações nas enciclopédias, elas são equivocadas. Será que não são vocês, por acaso, que estão iludidas na boa fé? Vocês não estarão mal informadas? Porque o que eu vejo é tão evidente, tão chocante, tão contundente, que não pode alguém apenas por argumentos divergentes querer mudar. Numa simples comparação, nem a filosofia da Bíblia, induz ninguém a cortar cabeças dos descrentes, em nome de Deus!...
“Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus" (Surata 8:13-17).

"Imprimi terror nos corações dos inimigos de Deus e vossos inimigos" (Surata 8:60)."
Isso não é pregar violência, minhas amigas? No próprio Corão?! Se não é indução ao fanatismo, ao terrorismo e a violência, o quê é então?!... Um convite a paz??? Um clamor ao amor entre os povos?

Desculpem minhas amigas. As melhores intenções devem fluir das vossas cabeças, mas não posso garantir aqueles perigosos, que tentam se expandir no mundo, cortando as cabeças daqueles que não aceitarem a conversão ao Islamismo. Eu serei um que terei a minha cabeça cortada e os meus dedos decepados em nome de Alah. E eu é quem tenho ódio?!...

Achei engraçado quando você diz que os muçulmanos são perseguidos!... Que contradição! Vocês é que se alastram no mundo, vocês é que conquistam, vocês é que já são 1,800 bilhões, vocês é que matam, degolam, enforcam e decepam, vocês é que invadem e praticam guerras santas, vocês é que praticam revoluções, vocês é que perseguem os judeus, você que já estão chegando na Argentina, e nós é que os perseguimos?!... Que isso, Maria? Que isso Nácima?

Eu, se estou argumentando e mostrando o lado ruim das suas crenças, estou odiando. Vocês, pelo fato de estarem argumentando contra os meus argumentos, também estão me odiando, então?

Palavras tolas, palavras ao vento como toda a defesa e as tentativas de justificar as atitudes extremistas dos seus irmãos. Palavras vãs, que se desmancham frente aos fatos, descritos, narrados, filmados, testemunhados e fotografados.

Discordo do Yeshua em apenas uma coisa: Ele ainda tem a esperança de existir um ser maior que criou num passe de mágica, todo o universo, só que ele mesmo, saiu do nada, (do verbo: Faça-se eu! – Qual!...) que vai protegê-lo e levá-lo a um paraíso imaginário depois da morte, mesmo que ele se arrebente de sofrer aqui na terra. Ele ainda crê que existe um Deus supremo e bondoso, onisuficiente, onimaginário, onihipotético, oninvisível, oninaudível, onintocável, que seja onium na China, que seja onioutro na India, onimaisoutro diferente na África e onioutros por aí, que deixa o seu filho ser humilhado pelos judeus na Judéia e manda cortar as cabeças deles no Afeganistão, um ser justo com os homens e injusto com o seu próprio filho. E eu? Eu já passei dessa fase...

Agora, mulheres... Se vocês fossem pra lá, por hipótese, viver junto dos seus irmãos afegãos, ou participar do regime do Taliban, eu bem que gostaria de ver... Talvez quando voltassem, se é que voltariam já não seriam as mesmas, com certeza... Ah!... Isso eu queria ver!... Isso eu pagaria para ver!...


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