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7 - PARAPSICOLOGIA?



E esse outro colega aqui O Rogério, também me escreveu. Daí eu lhe respondi assim:
Seu texto: Alfredo, Deus não é injusto nem malvado. Os seres humanos escolhem o seu destino se querem servir a este Deus ou não. Deus não nos criou para ser como somos (somos nós que nos matamos sem dó nem piedade), não adianta botar a culpa em Deus ou na religião, nós é que somos cruéis com nossa própria espécie.

Resposta – Então Deus serve pra quê, meu nobre amigo?!... O que justifica tal crença se nós temos o livre arbítrio até mesmo de ofendê-lo e ficar por isso mesmo?

Além do mais, o homem não tem influência sobre os cataclismos “divinos”.
Como já foi mencionado num e-mail de nosso "co-listeiro" Carlos Augusto, a Bíblia em Isaías 40:22 afirma que a Terra é redonda, e há uma infinidade de trechos bíblicos que foram confirmados pela ciência mais tarde. Deus não seria ignorante de desconhecer sua própria criação. E como mencionei em outro e-mail, a Bíblia fala muitas vezes por símbolos que só podem ser entendidas se não forem tirados de seu real contexto, o dragão simboliza o diabo e o texto em que isto está escrito no livro de Apocalipse deixa isto bem claro: "E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, que engana todo o mundo. Ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele." Apocalipse 12:9.

R – Tudo pra vocês simboliza isso e simboliza aquilo outro. Nesse caso tudo é simbólico. Adão, Moisés, Noé, Jerusalém, ressurreição etc, etc, então joguem a Bíblia fora!

Além do mais, já disse que em Jó-26 diz que Deus traçou um círculo à superfície das águas. Então o círculo quer dizer, simbolicamente, uma forma global?!... E também achou que havia uma divisão entre a luz e as trevas. Tudo simbólico?!... Pra que serve tanta simbologia?!...
Onde estão todas as inconsistências que mencionou? Você escolheu o caminho do duvidar e eu o de crer. Não conhecemos muito do universo e talvez boa parte do que exista lá fora não esteja ao alcance de nosso poder de conhecimento. Para saber da existência de Deus é preciso antes de tudo crer nele, e admito que para pessoas céticas (como eu e você, sim eu também sou muito cético em muitas coisas) isto não é coisa fácil.

Infelizmente Deus não é qualquer coisa para que possamos apalpar e dizer que existe, para ter esta certeza, esta fé, é exigido algo de nós. Já disse que prefiro discutir com ateus convictos do que com pessoas que "acreditam um pouquinho", seja coerente com seus pensamentos, mas não teorize demais nem seja demasiadamente prático com suas idéias. Lembre-se que são os homens que escolhem seu destino.

R - Amigo, eu não acredito NADA!... Acho tudo isso uma fantasia, passada a nós pela sociedade e pelos nossos pais. E é claro, ainda tem a advertência do arrependimento na hora da dor, etc e tal. É claro que mete medo. Então, uns continuam com medo e outros, como é o meu caso, enfrentam e vencem. Daí ficam livres!...


8 - Esse, com certeza, não existe!...
Os japoneses haviam atacado Pearl Harbour, quando eu nasci. Minha avó materna era católica fervorosa e a paterna era espírita.

-- Ah, meu Santo Antônio!... Me ajude a encontrar o carretel de linha!... Obrigado, Santo Antônio!... Já encontrei!...
Enquanto por parte de pai, eu era levado para tomar passes do índio Aracati, que já baixava assobiando e rodando.

Fui batizado, crismado e consagrado ao Sagrado Coração de Jesus, mas aos 8 anos eu me perguntava:

Que negócio é esse, afinal? E um dia, me pendurei na pontinha dos pés, quase caindo, e disse:

-- Deus, se você existe, prove, me derrubando daqui.— Evidente que nada aconteceu, para a minha primeira decepção. Mesmo assim, anos mais tarde eu fiz a primeira comunhão e sujei a roupa toda numa briga na rua no mesmo dia. -- Que pecado!...-- Elas diziam!... E assim cresci, olhando para a figura do Anjo da Guarda, com aquelas enormes asas, protegendo duas criancinhas na travessia de uma ponte rústica, que puseram na cabeceira da minha cama.

Já jovem, fui convidado a tomar uns passes num centro espírita próximo da minha casa, e por lá fiquei, sempre curioso com tudo aquilo. Fazia desafios, como não falar o que queria. Apenas pensar. E de fato vi coisas surpreendentes. Os caras adivinhavam tudo e me diziam coisas muito interessantes. Um belo dia ofereci o meu corpo para ser tomado por um espírito qualquer. Todos tinham algum tipo de “protetor” que baixava. Eu devia ter um também.

Nova decepção. Apesar dos esforços dos médiuns, nada acontecia e eu escutava sempre a mesma coisa:

- “Suncê” tem um espírito muito “fromoso”... Espírito de luz...

Mesmo assim, duas coisas aconteceram na minha cabeça. Primeira: Achei que havia espíritos malignos e, naturalmente, o chefe deles. O que chamavam de Satanás. E, por conseguinte, pela própria lei dos opostos da natureza, deveria haver anjos e o chefe deles. O que chamavam de Deus. A segunda coisa foi que nada significaram pra mim. Em nada me ajudaram, em nada me atrapalharam. Deu-me a forte impressão de que eu era mais forte, poderoso e capaz, do que todos aqueles velhos curvados e aqueles índios analfabetos e aquelas crianças apatetadas e aquelas pombas giras enganadoras. Mas faltava encontrar o poderoso chefe. O maior. Deus. Seria esse mais forte do que eu? De fato tudo aquilo que diziam? Onipotente, onisciente etc? E assim, aos vinte e poucos anos, fui parar numa igreja Presbiteriana. Por causa de uma garota que lá havia.

Sob aquela música suave do coro, os apelos do pastor me envolveram e um arrepio passou como um raio pelo meu corpo. Eu tive coragem e levantei o braço, convicto de que, finalmente, havia encontrado algo poderoso, que tocou o meu íntimo com evidente nitidez. O Espírito Santo, eles diziam. Foi dia de festa, todos me cumprimentavam pela façanha, sorridentes, amáveis, alegres...

Na semana seguinte, veio a explicação: Uma cartela com doze prestações para pagar. Era o dízimo. Eu havia me tornado um membro de igreja!... E assim veio a minha terceira decepção. Não sou bobo. Nunca fui bobo. O castelo havia desabado na minha frente. Homens! Ah, seres humanos!...

Resolvi o seguinte: Se de fato Deus existia e estava ali, naquela comunidade, eu iria servi-lo, mas não aos homens. E assim sendo, nunca paguei um tostão daquela acintosa cartela, mas trabalhei e trabalhei muito pela “obra do Senhor”. Assim foi que me tornei líder da mocidade e fugi com a filha menor de um presbítero. Minha primeira esposa. Num momento difícil pra mim, jovem e inexperiente, quando precisava de muito apoio, para estabilizar aquela situação, sofri muitas críticas e punições. Com certeza, Deus me compreendia, pois era testemunha da minha boa intenção e da intransigência do pai dela, mas os homens?!... Ah... Os homens das igrejas não prestam... Como julgam!... Como condenam sem saber o que fazem. Como eram tão mesquinhos e pequenos, diante de mim. Que escândalo fizeram, de uma coisa tão simples!... Dois jovens que se amam e queriam se casar. Só isso!... Como me arrependi de dar satisfações da minha privacidade, dos meus motivos pessoais. Debocharam. Devassaram a minha intimidade e eu permiti... Um pastor chegou a visitar a minha mulher de 15 anos, na minha ausência, e sugerir que ela, a partir dali, devia me pedir dinheiro... Um pastor!...

Bem eu era casado com uma evangélica, de família evangélica. Eu casei com o evangelho e assim segui a minha vida, de igreja em igreja, metodistas, batistas, presbiterianas, comunidades, assembléias, Testemunhas de Jeová, Universal... Por que não?!... Fiz muitas palestras, programas, pregações, cantei no coro!... Convenci a muita gente, daquilo que ainda não tinha me convencido. A existência de Deus!...

Sim... não era coerente... As explicações que eu dava a respeito do Sangue do Cordeiro, me pareciam uma fantasia, difícil de explicar!... E as coisas que eu via, as injustiças “divinas”, as explorações da fé, o povo ingênuo, passando pelas experiências que eu já havia superado. Mas eu fazia muita força para ver!... Acreditar!... Tenho que acreditar!... Todos acreditam!... Por que eu não enxergo, o que todos enxergam?!... E tome dízimo, tome oferta, tome purificação!... Tome restrições ao pecado!...

Um dia, passados 12 anos, quando eu estava muito caído profissionalmente, havia perdido a minha empresa, estava doente, a família dividida, sem ter onde morar, entrei numa igreja e, muito abatido, sentei num banco e implorei em voz baixa:

  • Deus, você tem que falar comigo, o que você quer de mim, afinal? -- enquanto chorava – Por que passo pelo que estou passando? Você precisa falar comigo, me orientar na vida!... Eu estou em jejum e vou ficar em jejum, inclusive de água, até que você fale comigo ou morrerei de inanição – E isso era pra valer!...

  • Vá buscar o Reino de Deus!... – Veio forte no meu próprio pensamento...

  • Como buscar Reino de Deus?!... – retruquei meio incrédulo - Eu nem sei onde que é isso!... Já discutimos isso muito na igreja e não chegamos a nenhuma conclusão. Onde está o Reino de Deus?!...

  • Na natureza... – me veio o pensamento. Dei corda naquele estranho diálogo.

  • Como? Está sugerindo que eu vá para o meio do mato? Eu, um homem da cidade?!... Vou morrer mordido de cobra!... E como vou viver? Como vou escovar os meus dentes, por exemplo? – desafiei.

  • Com escova e água salgada... – disse o pensamento. Faz sentido...

  • Ah... Quer dizer que devo buscar o litoral, onde tem mar e água salgada!... Mas não é só isso!... Estou doente, de uma doença irreversível!... (Tireóide) Duas operações marcadas!...

  • Não te preocupes!... Eu estarei contigo...


Esse foi o diálogo mental que eu tive nesse dia, e as respostas vieram na segunda pessoa do imperativo, como escrevi.

Saí da igreja, sem dar importância ao que havia acontecido e pensei comigo mesmo: - Coisa da minha imaginação...

No terceiro dia, sozinho, longe da minha família, sem comer e sem beber, sentei-me à beira mar, no Flamengo, onde havia umas pedras e voltado na direção do horizonte, em estado psicológico deplorável, resmunguei em voz baixa:

  • Deus, eu vou morrer... E você não falou comigo!...

  • Mas eu já falei!... – Veio o pensamento, com bastante nitidez. E dessa vez, acreditei!...


Lembrei-me do diálogo anterior, corri para a igreja e fui agradecer a Deus. Se ao sair dela alguém me oferecesse um emprego maravilhoso, eu não aceitaria. Afinal, iria buscar o Reino de Deus a mando dele mesmo!...

Para não me estender muito, quando eu ia embora para o litoral, a minha esposa apareceu e disse : - Nós vamos com você. Não importa como. Nós vamos aonde você for. (+ 2 filhos).

E saímos por aí, aos trancos e barrancos, dormindo dentro de dois carros que ainda tínhamos (Foi tudo o que restou, sendo um deles um lindo Cadillac) e acampamos no litoral por um ano com a ajuda de um auxílio doença do INSS, e por mais um ano numa ilha deserta, junto à Ilha Grande, verdadeiro paraíso. Se existe um Reino de Deus, é ali, com certeza...

Nunca mais tomei um remédio, e já fazem 20 anos. Nadava, pescava de mergulho, remava e subia em coqueiros. Para um cara que já não conseguia erguer o próprio peso numa barra, é muita coisa!... Escovava os dentes com água salgada e fiquei completamente curado da Tireóide.

A essa altura, o leitor deve estar dizendo: Afinal, de que lado você está? Você acredita ou não acredita em Deus?!...

Mas eu vou contar tudo, para que você entenda por si próprio e tire as suas conclusões.

Na ilha, eu havia feito um altar, com uma enorme cruz de madeira pintada de branco. Pra mim, aquela ilha era uma dádiva divina. A minha vida era dedicada a um ser sobrenatural, que falou comigo. Nada mais de ruim poderia me acontecer a partir desse momento. É o que se pressupõe, não é? Pois bem, o dono da Ilha surgiu com uma quadrilha armada, em pleno domingo, quando eu estava orando diante o altar, chutou a cruz e me botou pra fora, com a roupa do corpo. A mim, a minha mulher e duas crianças de 4 e 5 anos. Agora, a conclusão é sua...

Minha vida continuou e eu não perdi a fé. Buscava que buscava, explicações para aquilo. Dava desculpas a Deus, para essa sua resolução. Afinal, o que foi que eu fiz? E o que ele queria?!...

De lá para cá, foi só sofrimento e acabei brigando com a minha mulher por causa dos filhos e da religião e nos separamos. Vida dura, batalha dura, outros dramas ocorreram, outros “milagres” inexplicáveis ocorreram, sempre a mesma coisa: Ora coisas boas aconteciam, ora coisas inexplicáveis e incoerentes, indignas de um Deus poderoso, aconteciam sem que eu entendesse.

Quatorze anos, depois desses, se passaram e eu tive o meu quinto filho, o segundo da terceira mulher.

E um dia eu conversava comigo mesmo:

Eu, de fato, não compreendo os desígnios de Deus. Difícil mesmo!... Luto com sacrifício, nada tenho de bens materiais, mas vai ver é assim mesmo... A fortuna que tenho nos meus filhos é algo incalculável. Não os trocaria por caminhões de diamantes. São saudáveis, bonitos, inteligentes e o recém nascido, mais um, perfeito como todos os demais. (Perdi um filha com 72 horas. Outros dramas, outras histórias estranhas). E eu continuava feliz, freqüentando as minhas igrejas, junto com a minha nova mulher. Participando, colaborando, contribuindo. Embora sem entender, satisfeito com a dádiva de Deus e o nosso difícil destino.

Até que recebi um recado no meu trabalho, para ligar correndo para a minha irmã. Um parente meu estava no CTI.

Era o meu segundo filho (19a.). E não estava no CTI, mas estava era no necrotério...

Essa foi a minha última decepção. Depois dessa você me diz. Devo acreditar mais em quê?

Revi toda a minha história, já na certeza de uma coisa. Deus não existe, ou se (hipoteticamente) existe é muito injusto. Então eu prefiro não considerá-lo. Mas o que existe? Pensei e pensei e finalmente desvendei todo o mistério. Entendi tudo o que aconteceu na minha vida. Agora com nitidez e transparência. Lógico!... Deus não existe!... Por isso, tudo foi como sempre foi!... Por isso, nunca entendi o que acontecia e agora, a lógica flui com naturalidade!... E aquela conversa? E aqueles milagres que eu testemunhei de mim mesmo?

Claro, existe alguma coisa!... Agora, até a história de Jesus faz sentido!... Ele tinha um espírito, claro!... Algo assim... Alguma coisa ligada a cada um de nós, individualmente. E cada um tem o seu. Cada um que acredite no seu. Aquela foto do anjo da guarda à minha cabeceira, simboliza um pouco do que acredito que exista hoje. O meu espírito!... Aquele espírito formoso e de muita luz, que eu não vejo, mas que é capaz de interferir e me ajudar e até de dialogar comigo, numa hora de desespero, que me atendeu amavelmente, quando o chamei de Deus. Capaz de me proteger, mas não de tudo, pois é limitado, tanto quanto eu sou. O meu espírito é poderoso. A minha força vem Dele, com certeza!...(Hoje acredito-o como uma parte física-mental do meu corpo, como o subconsciente, o meu ego, algo natural, individual, que não vaga por aí...) Muito mais do que qualquer outro que vague por aí, que eu exorcizo também, porque ainda tem o meu corpo sadio para agir, não precisa de outro. É esse que tenho que valorizar!.... Esse que tenho que entender e ouvir, no dia a dia. Esse é o que me protege de tudo que for possível, e sempre que possível, mas não do impossível. Por isso tenho que me ajudar, vivendo corretamente, com cautela e astúcia. Nada de deixar por conta de ninguém a minha existência. É nesse que eu acredito. Mas ele não é Deus!... Muito diferente. Deus, com certeza... Não existe!...

9 - A idéia de Deus na cabeça dos gênios.
Os grandes cientistas da história tiveram problemas com as hierarquias religiosas e com seus dogmas.
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