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ATEU GRAÇAS

A DEUS


Por Alfredo Bernacchi

Rio de janeiro 2002


Foram tantas as injustiças, tantas as mentiras, que um

dia o sol não mais nasceu

Tirar a ilusão de uma criança, mostrá-la à triste realidade da vida, quantas vezes é um crime necessário para que ela aprenda a viver por si só. Chato é quando ela cresce confiando e acreditando por tantos anos até que um dia ela mesma, adulta, abismada, conclui que, na verdade, foi enganada por toda a vida.

Preâmbulo
Eu sou um ateu. Quer dizer, não acredito em Deus. Nenhum Deus. Você vai me conhecer melhor dentro do próprio livro, porque escrevo muito sobre mim mesmo. E por que escrevi este livro? O que eu quero com isso? Nada! Nada além de emitir a minha opinião e trocar uma idéia a respeito de religiosidade, explicar porque acreditava em Deus e cheguei hoje a essa posição. Por quê? Esta é a primeira pergunta que fiz a mim mesmo e agora justifico ao leitor, neste preâmbulo.

Na verdade, eu não escrevi este livro agora. Ele já estava escrito. 80% escrito, Durante várias épocas e fases desse processo, você vai ver. Eu apenas juntei as partes e complementei. Foi um trabalho totalmente desinteressado quando escrevi, elaborado com a ÚNICA finalidade de discutir o assunto, dizer o que penso, abrir os olhos do ser humano, qualquer um, pessoas que eu nem conheço, contra os prejuízos de uma crença ilusória. Prejuízos que podem começar a partir de uma simples inconsciência e chegar ao fanatismo. Em cada nível, um prejuízo maior ou menor poderá ser observado e você vai conferir isso. Não é aquela despretensiosa contribuição social ($), que você dá para uma igreja, (faria bem melhor se desse na mão de um carente), mas vai daí até o terrorista suicida que dá a sua própria vida em nome de um Deus. Aí é bem mais grave. Esse terrorista também está acreditando que faz isso corretamente e irá encontrar um paraíso divino no além, (conforme é pregado entre os islâmicos). Entre um fato e outro, o fato mais grave e o menos grave, há uma série de prejuízos, tanto de ordem financeira e material, quanto, principalmente, de ordem psicológica, bem mais grave, e eu pretendo explicar isso no transcorrer dessa obra.

Você pode ler, com a seguinte idéia. Eu estou te ajudando a raciocinar. Apenas isso. Fazer o que eu fiz; raciocinar. Como um ser racional. Não quero te convencer de nada. Nem faço questão. Não é um problema meu, mas, quem sabe, libertar você dessa pressão mística hereditária, como uma doença genética, que não condiz mais com homens modernos e atualizados, e deixar você livre para raciocinar. Se você apenas, buscar entender o que se passa à sua volta e o que é a religião, já estará bom.

Eu sei que a pressão é muito grande. Como posso esquecer as advertências que a minha mãe faz, todo dia, nas melhores das intenções, quando ainda prevê desastres na minha vida, pela falta de adorar um Deus?

- Um dia, quando você estiver sofrendo, vai implorar pela presença do Senhor...

Ah!... Terrível essa pressão!

Essas advertências, esses maus presságios, acompanham a vida de todos, a minha, a sua, por toda a vida. Como se livrar disso, eu não sei, ainda mais quando vem da sua própria mãe ou pai, ou avós, ou grandes amigos que lhe querem bem. É difícil, mas sei que me fazem cada vez mais convicto, do zero a esquerda, que significam hoje, todas essas terríveis advertências futurólogas, adivinhólogas, mistificólogas que tentam me amedrontar.

Durante anos eu provoquei debates sobre religião, e ainda faço isso na Internet, sem qualquer interesse. Debates com pessoas inteligentes e capazes de argumentar e expor suas razões sejam de qualquer ideologia ou crença. Apenas para divulgar aquilo que eu concluí, que foi bom pra mim, e se é bom para a minha família, pode ser bom pra você. Quem sabe? Essa coleção de argumentos, prós e contras, ou melhor, a essência deles, estarei publicando aqui, para você analisar, meditar e concluir sobre a sua posição. Advirto, entretanto, que esse conceito não é para qualquer um. Não serve para seres dependentes da chupeta e incapazes de seguir a vida sozinhos, independentes de uma bengala de apoio qualquer. É como você entrar no meio da torcida do Flamengo e tentar explicar que ser Fluminense é a opção ideal. Bem difícil, hein?!...

Ainda bem que não sou político, candidato a qualquer coisa, com pretensão a algum cargo de comando, público ou privado, ou não poderia escrever esse livro. Ainda bem que sou livre, mas não estou esquecendo de que estou num país de esmagadora maioria cristã. Há o consolo de que, essa maioria não é maioria no mundo. Que bom. Por isso, não estou preocupado.

É bom ser livre. Ficar livre de regrinhas fantasiosas, ficar livre de medos infundados, temores divinos, ficar livre de acreditar em ajudas imaginárias, de proteções irreais, aguardando milagres que não virão jamais. Hoje, eu tenho uma sensação de poder, de liberdade, de capacidade de discernimento e autocontrole, de uma força que vem de dentro de mim, um orgulho interior, uma sensação interna de crescimento, da descoberta de um enigma, uma sensação semelhante a uma criança que acabou de descobrir que Papai Noel é o nosso próprio pai de carne e osso! Ao mesmo tempo, uma desilusão pela fantasia rompida, ao mesmo tempo uma satisfação de haver descoberto o mistério e se tornar um igual, uma sensação de que você deu um passo importante na direção do seu crescimento:

“-Deixei de ser criança. Agora estou crescendo para ser um adulto. Não vão mais me enganar com essas bobagens. Agora sou capaz e inteligente”.

Quando concluí que Deus não existia, houve um sentimento ambíguo: Em princípio uma frustração, pela fantasia quebrada. Um lamento, uma lástima. Poxa!... Quem não gostaria que tudo fosse verdade?! Em seguida o temor de se sentir sozinho nesse mundo, quando as dúvidas te assolam. Há um temor pela desobediência (e se eu estiver errado? – pensava no início) um medo de desrespeitar um Deus!... Claro! Porque assim foi enfiado na minha cabeça. Com o tempo, tudo isso se acabou. Em seguida veio a confiança no meu acerto, o orgulho de ter vencido o preconceito, por me sentir mais capaz. Sentir que a vida dependia “agora”, principalmente, de mim mesmo. Como se o comandante de um navio tivesse morrido no meio da viagem e você tivesse assumido o comando. E se me perguntarem: -Você quer voltar a sua crença anterior? – Não. É a resposta. Da mesma forma que eu te pergunto agora: Você gostaria de voltar a acreditar em Papai Noel? – Não - Porque é um retrocesso. Ninguém que deixa de acreditar em Papai Noel, pode voltar a fazê-lo. Foi uma ilusão quebrada. Uma pena... Era uma linda fantasia. Um engano desfeito. Não há como retroceder. Mas o que você ganhou em desmistificar essa ilusão de um velhinho bondoso que te dá presentes? Muita coisa: Acima de tudo, crescimento interior de se tornar mais adulto.

Quando se trata de Deus, esse sentimento de força e liberdade é muitas vezes mais forte, mas a pressão social que não existia no caso do Papai Noel, agora se manifesta com muito mais força também, enraizada na mente desses “conselheiros da fé”. Porra, eu levei anos para me livrar disso!...

Pode crer que, qualquer pessoa nesse mundo, que pregue religião (profissionalmente) tem, no fundo, um interesse. Seja ele financeiro, político ou pela simples vaidade. Eu, quando passo esse livro ao comércio tenho um interesse financeiro, apenas uma conseqüência, mas quando eu escrevi os textos, na época, não tinha qualquer interesse, salvo transmitir a experiência positiva que tive. Altruísmo. É a experiência que transmito aos meus próprios filhos. Jamais enganaria a um filho ou um amigo. Se acredito em alguma coisa, ensino aquilo que acredito. Posso até estar enganado, mas só ensino aquilo que creio ser o certo, senão diria: quem sabe, talvez, pode ser, é provável, é possível, acho que sim, acho que não.

Se um amigo me perguntar:

  • Alfredo, existe vida em outros planetas do Universo?- Vou responder:

  • Talvez, é provável, é possível, pode ser...

Se um filho me perguntar:

  • Papai, existem almas, espíritos, essas coisas assim? Vou responder:

  • Talvez não, não é muito provável, é possível que não, não deve existir, acho que não, acredito que não. (independente da análise do que seja espírito, agora).

Mas se me perguntarem:

  • Existe Deus?

Será o mesmo que me perguntar:

  • Existe Papai Noel?

A resposta seguramente será: - NÃO!... De jeito nenhum!... Não há essa hipótese!

Papai Noel, você já “conhece”, mas Deus, ainda tem dúvidas, não é? Então, nos textos que se seguem, vou explicar isso bem direitinho. Se você estiver com a mente livre e vontade de aprender mais, vai raciocinar com liberdade e quem sabe, me dar razão. Se a sua mente ainda está embotada pelos conselhos sociais... então, tente livra-se deles, primeiro. Se você ainda está cheio de temor, lembre-se: Há 2.000.000.000 de pessoas nesse planeta, que pensam como eu. Há 3.000.000.000 de pessoas nesse planeta que pensam diferente de mim e de você. E 1.000.000.000 que pensam como você. No fim tudo é teoria e cada um tem a sua, e boa sorte.
Eis o início da história. Um simples desentendimento entre colegas num fórum de debates do Starmedia, um provedor da Web (Internet) gerou esse primeiro texto e os que se seguiram:

Notas:

1 - As minhas concepções alteram-se razoavelmente, entre os anos em que escrevi esses textos, mas o que já estava escrito eu não modifiquei, mesmo que já tivesse superado por teorias ainda mais recentes. Isso justifica algumas divergências.

2 -No transcorrer deste livro incluo alguns debates, com opinião de terceiros, ocorridos num Site que possuo na Internet sobre assuntos gerais, inclusive religião.

Esses textos não serão corrigidos na sua gramática, para manterem a sua autenticidade.

1 - Religião no e-groups.

= inserido posteriormente
(A primeira mensagem)

Prezados amigos. Vamos falar disso francamente, sem ironia, certo? Eu não gosto de assuntos relacionados com religião. Vocês me desculpem, mas deixem dizer o que eu penso. Vivi anos, quase o dobro da idade de vocês, sendo convencido de tudo isso que vocês já sabem. E tentei, profundamente, assimilar esses ensinamentos, mas não deu. Sempre lutei com dificuldades na minha vida, e a parte financeira não foi uma grande conquista para mim. Entretanto, eu achava que Deus daria a cada um, uma benção diferente, que eu mesmo não entendia nem concordava, mas me orgulhava da família linda que tinha. E dizia: - Obrigado, meu Deus, porque eu prefiro muito mais ter a minha prole saudável e feliz do que todo o dinheiro do mundo...

Isso me consolou e me conduziu acreditando que PODERIA HAVER um ser que, à sua moda, meio injusta para a minha compreensão, fosse justo de alguma forma na sua sabedoria.

Perdi a primeira filha recém nascida porque não bati no vidro do berçário acordando a enfermeira, que cochilava enquanto a minha filha perdia a respiração na incubadeira. Pensei: Vou deixar nas mãos de Deus... E ela morreu ali mesmo.

Fiquei pensando muito nisso. Talvez... Se tivesse interferido...

Quando eu perdi o meu filho com 19 anos, gêmeo daquela que morreu, evangélico de carteirinha, com um tiro no peito dado por um assaltante, ruíram todos os resquícios da minha crença. Ainda lembrei: (inserido).

Salmo 91 – “O que habita no esconderijo do Altíssimo, e descansa à sombra do Onipotente, diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com suas penas, sob suas asas estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo. Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio dia. Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido...”

O Salmo é muito lindo!... Linda poesia... Mas o meu filho, religioso, igualmente filho de uma mãe fanática por religião, foi atingido por uma única bala, bem no meio do tórax, ao meio dia.

E o Deus de que fala o salmista? Estava distraído? E o onipotente, onipresente, onisciente? Estava aonde, que nada fez?!...

Dizem os fanáticos: Ele era um anjo!... Deus o chamou...

Na verdade, o “anjo”, balbuciava antes de desfalecer...

- Não posso morrer agora...

Foram anos de convívio com todo tipo de religião, buscando a verdade, e me senti ultrajado, enganado e feito de bobo, por todo esse tempo, por ter acreditado e contado com uma providência divina que nunca existiu. Oh! Que raiva!!!

A minha libertação desses princípios foi uma conseqüência lógica. Hoje, vocês me perdoem, estou sendo muito sincero, eu sinto um alívio, um alívio muito grande, pela minha naturalidade, porque deixei de ser aquele bobo iludido por histórias da carochinha.

A partir daí, vi o mundo com outros olhos e a minha filosofia mudou. Sou muito melhor, agora. Acredito muito mais em mim e no meu próprio esforço, estou mais leve, mais livre, vaidoso, orgulhoso de mim mesmo, flutuando no prazer da autenticidade de quem, enfim, encontrou a verdade. Mas não gosto de divulgar esse meu pensamento, simplesmente porque, acho que cada um deve ficar com sua crença ou descrença. Isso é muito pessoal. Eu aconselho apenas aos meus entes queridos mais próximos.

Todo o probleminha está justamente nisso. Assim como eu não pretendo passar a ninguém o meu modo de pensar, mesmo porque, muitos não alcançariam ou não entenderiam, tenho horror quando alguém vem me falar desse passado encerrado. Uma coisa que eu levei anos para repelir, algo que me deprimiu e envergonhou, quando fluiu do engano e trouxe prejuízos (não os financeiros) algo que me transformou num mentiroso, ensinando aquilo que não era verdade, porque a verdade eu, enfim, descobri, e não SEM UMA INCRÍVEL DECEPÇÃO!... Assim como, quando o homem chegou à lua e não encontrou ninguém, nada.

Gostaria muito mais, muito mais mesmo, que toda essa história fosse verdade. Mas não é... Quem convive comigo, fatalmente vai acabar concluindo o mesmo que eu concluí, porque eu mostro passo a passo, todos os absurdos da crença e as incoerências existentes na religião, mas pela discriminação que têm com os ateus, como se fossem uns descendentes do Diabo, hereges, odiosos e sanguinários (Imagem forjada pelos Papas) eu ensino à minha mulher e aos meus filhos, para protegê-los, a não discutirem religião e dizerem sempre que são católicos. Talvez eles não resistam ao preconceito e acabem se aborrecendo ou sendo discriminados na sociedade cristã em que vivemos, mas, não quero que eles passem pelo mesmo que eu passei. Já eu, não. Estou pouco me lixando, porque sou inatingível e inabalável. A força que vem de dentro de mim, quase me faz quebrar esse teclado com a mente, mas não gosto de polêmica sobre isso. Daí, também não acho válido ninguém tentar me catequizar, porque eu não estou tentando catequizar ninguém. A página inicial que eu enviei a vocês, aquela que começa assim: # Desculpem se você não concordar # , é uma página do meu livro, a única entre as 720 que versam sobre a minha vida que trata sobre esse assunto, visto que trata-se de uma autobiografia. Seria falso se eu omitisse isso. Quando você ler, nesse mesmo livro, os “diálogos” que tive com Deus, os “milagres” e coisas estranhíssimas que aconteceram comigo, um cara que pregou num púlpito de pastor, sem o ser, para 300 pessoas, convertido, presidente de associações jovens, membro de igreja, Batista. Metodista, Presbiteriana, Católica Romana, batizado, crismado, oferecido aos Oxuns, Oxalás e Orixás da vida, fazendo macumbas na esquinas, quebrando garrafas na praia, você nem vai acreditar que eu tenha mudado tanto.

O último trecho desse desabafo de paz: Esse negócio de Islamismo tem que se tratado com cuidado!... Prestem atenção no que vocês estão fazendo e divulgando. Procurem se informar por fontes insuspeitas. Tratar de Islamismo pra mim é o mesmo que tentar divulgar o nazismo. Vê se põem um pouco de luz na suas cabeças, deixem de preconceitos com o meu ateísmo e me escutem um pouco. Um abraço a todos. (Nota: Esse texto foi escrito dois anos antes da destruição do World Trade Center em Nova York pelos terroristas islâmicos).
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