Um Programa Médico Revolucionário que Aprimora a Mente e a Memória






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títuloUm Programa Médico Revolucionário que Aprimora a Mente e a Memória
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DHARMA SINGH KHALSA, M.D. e Cameron Stauth
LONGEVIDADE DO CÉREBRO
Um Programa Médico Revolucionário que Aprimora a Mente e a Memória
Tradução de Sylvia Bello
Revisor Técnico
Dr. Márcio M. Vasconcelos
Fellow em Neurologia Infantil pelo Children's Hospital, Washington DC, EUA
OBJETIVA
©1997 by Dharma Singh Khalsa, M. D. com Cameron Stauth
Título original BRAIN LONGEVITY
Direitos em língua portuguesa para o Brasil adquiridos através de Warner Bookds, Inc.,
New York por EDITORA OBJETIVA LTDA., rua Cosme Velho, 103
Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22241-090 Tel.: (021) 556-7824 - Fax: (021) 556-3322 INTERNET: http://www.objetiva.com
Capa

Tira Linhas Studio
Revisão Henrique Tarnapolsky, Tereza de Fátima da Rocha, Edmilson Carneiro
Editoração eletrônica

Abreu’s System Ltda.
1997

10 9 8
O programa descrito neste livro não tem a intenção de ser um substituto de um tratamento médico, ou dos conselhos de um médico profissional. Você deve consultar seu médico com referência aos assuntos relacionados à sua saúde, incluindo aqueles que possam requerer diagnóstico ou atendimento médico. Particularmente, se o diagnóstico a respeito de sua saúde revela uma demência senil, do tipo do mal de Alzheimer, ou outro enfraquecimento da percepção, ou se você sofre de qualquer condição especial que requer cuidados médicos, ou, ainda, se você já está tomando, ou sendo aconselhado a tomar, uma determinada medicação, deveria consultar, com regularidade, seu médico, considerando uma possível modificação do programa contido neste livro.
A identidade dos pacientes citados neste livro e certos detalhes sobre eles foram modificados por ética. Os diálogos incluídos aqui não são necessariamente relatos literais, porém alguns foram selecionados da melhor coleção do Dr. Khalsa.
As informações fornecidas também estão baseadas nas fontes que os autores acreditam ser as mais seguras. Todas as informações em relação aos produtos e aos seus fabricantes foram atualizadas até dezembro de 1996.

Para o Criador Único, que fez todas as coisas.

- Dharma Singh Khalsa, M.D.

Para Shari e Gabriel... e para a família do Dr. Benjamim Shawver, em homenagem a todas as famílias com vítimas do mal de Alzheimer.

- Cameron Stauth
AGRADECIMENTOS
Este livro é o produto de um trabalho intenso e da visão de muitas pessoas. Além disso, é o resultado de bênçãos e graças divinas.

Primeiro, gostaria de agradecer a meu professor, o iogue Bhajan, por sua força, sua orientação e seu infinito amor.

Devo cumprimentar meu co-autor, Cameron Stauth, pela colaboração, quando este trabalho começou a se tornar mais difícil. Ele nunca hesitou quanto à ética ou à intensidade de seu trabalho. Sua obsessão pela criatividade e pela qualidade é impecável.

Cam e eu gostaríamos de agradecer a Maureen Egen, a editora deste livro, por seu entusiasmo, suas idéias e sua dedicação para com este longo e árduo projeto. O discernimento de Maureen, assim como de Laurence Kirshbaum, diretor executivo da Warner Books foi muito claro desde o início. Para eles, e seu corpo de assistentes, incluindo Jackie Joiner, Harvey-Jane Kowal, David Smith, Karen Torres, Bruce Paonessa, Debbie Stier e Martha Otis, dizemos muito obrigado.

A visão de nosso agente, Richard Pine, do Arthur Pine Associates, superou a nossa própria. Ele foi peça fundamental para a criação deste livro, e sempre seremos gratos por suas importantes contribuições. Gostaria de agradecer a Sabine e Andrew Weil, M.D., pela orientação dispensada. Arthur Pine também foi um grande incentivador, e seus conselhos, como sempre, foram perspicazes.

Meus agradecimentos pessoais vão para Hal Zina Bennett, Ph. D., que me ajudou muito na preparação da proposta inicial. Também gostaria de agradecer e fazer um reconhecimento a Jerry M. Calkins, Ph. D., M.D., por seu apoio constante, e a Somers e Susan White por sua amizade e sábios conselhos.

Muitas outras pessoas foram de grande ajuda, incluindo Jeanne Withrow, Meaghen Porte, Sandra Stahl, Nicole Hunscher, Joanne Yearout, Goldie Vickers e Diane Paulson.

Meu sincero amor e meus agradecimentos a minha mulher, Kirti, que trabalhou comigo o tempo todo, fazendo com que nossa concepção se tornasse realidade, como também os demais de minha família: Hari, Sat e Ethel.

Nós, os autores, também desejamos agradecer o reconhecimento de muitos médicos e cientistas que gentilmente cooperaram para a realização das pesquisas. Finalmente, expressamos nossa gratidão especial aos pacientes que concordaram em contar suas histórias neste livro: afinal, é para eles que trabalhamos incansavelmente.

_ DHARMA SINGH KHAL5A, M.D.

Tucson, Arizona


SUMÁRIO
PARTE UM

A Descoberta da Terapia da Longevidade do Cérebro

1 – A conexão do cortisol

2 – O desenvolvimento da terapia de Longevidade Cerebral

3 – Como o programa funciona

4 – Os resultados de três pacientes
PARTE DOIS

Como o Cérebro Funciona

5 – Os cinco princípios da Longevidade Cerebral

6 - Uma Breve Turnê em seu Cérebro: Como Colocar a Mente Acima da Matéria e a Matéria Acima da Mente.

7 – Como a Memória Funciona

8 - A Função Perfeita de um Cérebro com mais de 45 Anos: como Derrotar a Tirania do Tempo.

9 – Como Evitar a Tragédia do Mal de Alzheimer.

10 - Mais Novidades: Os Problemas Semelhantes aos do Mal de Alzheimer que são Tratáveis.
PARTE TRÊS

Como Elaborar seu Próprio Programa de Longevidade Cerebral.

11 - A Dieta da Longevidade Cerebral

12 - Como Aprimorar sua Terapia Nutricional.

13 - Os Nutrientes-Chave e os Tônicos Naturais para o Desempenho Máximo da Mente.

14 - O Controle do Estresse e Potência Cerebral Ótima.

15 – A “Solução Mágica” para o controle do Estresse.

16 - O Exercício e a Regeneração do Cérebro.

17 - Como o Pensamento Amplia e Regenera o Cérebro.

18 - Exercícios da Mente-Corpo: a Antiga Arte para a Regeneração do Cérebro.

19 - A Farmacologia da Regeneração do Cérebro.

20 - Quarenta Dias para um Cérebro Melhor.
Epílogo - O Melhor Ainda Está por Vir.
Fontes e Referências.

PARTE UM

A DESCOBERTA DA TERAPIA DA LONGEVIDADE CEREBRAL
1 – A CONEXÃO DO CORTISOL
O LAMENTO DA GERAÇÃO PÓS-GUERRA
Meu primeiro paciente do dia tentou se acomodar numa cadeira, mas ele estava tão tenso que apenas oscilava na borda do assento, e seus braços pendiam nos lados do corpo. Parecia um bloco de músculos rígidos e ângulos retos.

Ele temia estar com os primeiros sintomas do mal de Alzheimer e que, brevemente, estaria condenado a esse diagnóstico. Sabia que se estivesse com essa doença, a medicina convencional teria pouco a lhe oferecer. Simplesmente teria que esperar pela terrível progressão dos sintomas que estavam por vir.

Esse homem odiava a idéia de ter que esperar passivamente enquanto seu cérebro se degenerava. Era um homem preparado e ativo, de considerável sucesso, acostumado a atacar seus problemas até resolvê-los. Ele queria lutar por sua capacidade mental, e esse foi o motivo pelo qual veio até mim. Lera em um boletim de atualização médica, que eu havia desenvolvido um programa de tratamento tanto para perda de memória quanto para função mental perfeita.

Antes de ele chegar, fiz uma revisão completa de seus exames médicos. Baseado no que vi, não fiquei, de forma alguma, convencido de que esse homem de 51 anos já estivesse nos primeiros estágios do mal de Alzheimer. Parecia-me que ele era portador de uma perda de memória, muito comum dentre as pessoas de sua idade. Na maioria, esse tipo de perda de memória não leva ao mal de Alzheimer.

Quando lhe expliquei isso, ele pareceu ficar muito aliviado, pois deixou escapar um sinal. Pude ouvir o assobio de sua respiração.

- E então, o que está acontecendo comigo? Por que comecei a ficar tão desatento? - ele perguntou.

Respondi que havia todas as probabilidades de ele estar com o que os neurologistas chamam de "debilitação da memória associada à idade", um problema que ocorre entre as pessoas na faixa etária dos 50 anos. Teoricamente, segundo a maioria dos neurologistas, perder um pouco da habilidade mental, aos 50 anos, é um sinal "normal" do envelhecimento, assim como a diminuição da visão aos 40 anos.

Também disse que eu estava muito contente por ele ter vindo me consultar antes que seus sintomas se tornassem mais pronunciados, porque prevenir o declínio mental é muito mais fácil do que revertê-lo.

Se seus problemas de memorização fossem relativamente leves, ele teria chances de recuperar o uso pleno de sua capacidade para lembrar das coisas, como também de aumentar sua concentração. Através dessa melhora, tanto na concentração quanto na memorização, sua capacidade de aprendizado, certamente, também se restabeleceria. Assim, ele experimentaria um renascimento do potencial de seu cérebro, conforme acontecera com muitos outros pacientes.

Então, perguntei-lhe como os problemas de perda de memória estavam afetando sua vida.

Ele iniciou uma entusiástica ladainha de reclamações. Contou que, nos últimos dois anos, começou a esquecer os nomes das pessoas, como também itens importantes quando ele fazia as malas para suas viagens de negócios. Mais adiante, deixou de atuar como juiz nos jogos de futebol de sua filha, porque sempre esquecia que time tinha tocado por último a bola quando esta saía pelas laterais do campo. As meninas do time já estavam ficando aborrecidas, e sua filha, conseqüentemente, cada vez mais envergonhada.

Sua vida em casa também estava sendo afetada, porque vivia sempre irritado. Já não tinha mais paciência com as filhas e ficava tenso com tanta freqüência que estava se criando uma distância entre ele e sua mulher.

Quase todos os dias tinha problemas com sua "cabeça de vento", como ele mesmo chamava.

Pela manhã, não conseguia achar as chaves do carro e, no almoço, esquecia sua carteira. Muitas vezes não se lembrava de onde havia estacionado o carro e, quando discava o número de um telefone, tinha que checar, na agenda, para ver se estava certo.

- Anos atrás - disse ele - quando tinha a mente afiada, essas coisas raramente aconteciam.

No trabalho, essa deficiência já prejudicava sua carreira. Por 20 anos, sacrificou-se para alcançar os postos mais altos, mas agora seu emprego estava em risco. Antes de reuniões importantes, recebia longos relatórios jurídicos e tinha que lê-los, compreendê-los, memorizá-los para depois discuti-los inteligentemente. Ele não conseguia fazer isso tão bem quanto antes; também não conseguia mais "desbancar o mundo". Mesmo sem sofrer pressão, tornava-se difícil assimilar uma nova informação, como, por exemplo, um novo software implantado em sua empresa. Estava dependendo cada vez mais de sua secretária e de seu assistente. Ela deveria lembrá-lo com quem ele iria almoçar, e seu assistente fazer uma prévia de seus relatórios e destacar os pontos-chave. Os dois o substituíam quando ele se cansava durante a tarde, e seu assistente tinha que retornar os telefonemas, o que ele próprio deveria fazer.

Resultado: Seus superiores começavam a se impacientar com ele.

O clima de competição na cidade de Washington era intenso. Alguns dos advogados mais jovens da empresa tentavam ocupar o seu lugar. Eles se aproveitavam da oportunidade todas as vezes em que ele esquecia algum detalhe ou cometia um erro involuntário durante uma conversa. Sentia como se todos o estivessem acuando.

Sabia muito bem do que ele estava falando. Já escutei muitas vezes versões semelhantes das mesmas reclamações. Tenho até um nome para isso: O Lamento da Geração Pós-Guerra.

As crianças nascidas na década seguinte ao fim da II Guerra Mundial (baby boomer), que agora estão atingindo a "barreira da memória" na faixa de 45 a 55 anos de idade, vinham ao meu consultório com freqüência cada vez maior. Eles estavam chocados pelo súbito começo da debilitação da memória associada à idade, e pelo correspondente declínio de seus sistemas hormonais. Rapidamente, estavam perdendo a agudeza mental, a mesma que tanto os impulsionou em suas carreiras e que agora frustravam suas famílias e profissões. Eles também não tinham o viço endocrinológico, já que seus “hormônios da juventude” estavam se exaurindo. Seu impulso sexual diminuía e começavam a engordar, a perder a musculatura e os cabelos. E, enfim, necessitavam, cada vez mais, de um café mais forte para conseguir trabalhar o dia todo. A perda dos integrantes da geração pós-guerra era o lucro dos vendedores de café.

Muitos deles tinham o "sofrimento duplo": a debilitação da memória combinada com redução da capacidade para se concentrar. Cada um desses problemas agravava o outro, e ambos debilitavam o aprendizado. Meus pacientes de meia-idade sempre diziam que já não conseguiam “absorver” os fatos conforme faziam durante os anos do auge do aprendizado e eles perderam esse maravilhoso estado vital da mente, da mesma maneira que sentiam falta de outros aspectos de seus anos de juventude.

Mas a pior coisa, segundo muitos deles, era que estavam perdendo o entusiasmo interior que antes os fazia pular da cama, plenos de alegria, prontos para entrar em ação. Hoje, eles apertam o botão do sono e se levantam com má vontade. Suas vidas se tornaram maçantes. Divertir-se é muito complicado, assim como o sexo. Agir é tedioso... A Vida só dá... trabalho.

A maioria tentou racionalizar seus recentes declínios com diálogos sobre “aceitação”, "maturidade" e "poucas perspectivas". Outros negaram sua deterioração fazendo musculação, pintando os cabelos e encolhendo a barriga. Muitos se automedicaram com cafeína, nicotina, álcool e megadoses de vitaminas.

Contudo, o que eu via era uma geração amedrontada.

E eles tinham um bom motivo para ter medo. Durante anos, lutaram para construir uma base de segurança e prosperidade para a última metade de suas vidas, e agora estavam encarando, abruptamente, um inesperado obstáculo: o declínio do potencial de cérebro e de energia, no exato momento do auge de suas carreiras e das exigências da família. Esse esgotamento precoce não era algo que haviam planejado.

Além disso, descobri que quase todos os filhos da época da explosão demográfica que apresentavam a debilitação da memória associada à idade tinham apenas um receio: o fantasma do mal de Alzheimer. Eles sabiam que essa doença que leva, em média, 20 anos para se desenvolver, faz com que as pessoas praticamente voltem à primeira infância. Ela os torna praticamente incapazes de falar, de ir ao banheiro, de lembrar dos parentes ou até mesmo de sorrir. Com freqüência, elas ficam paranóicas e hostis. Nesse patético estado, muitos pacientes sobrevivem por mais de 10 anos.

Quando os integrantes da geração pós-guerra procuravam seus médicos para se curarem, eram informados de que não havia um tratamento que controlasse ou prevenisse o mal de Alzheimer, ou que tratasse da debilitação da memória associada à idade.

Em geral, a classe médica toma uma atitude lamentavelmente passiva em relação ao declínio cognitivo. De acordo com a sabedoria convencional prevalecente, nada pode deter o mal de Alzheimer ou minorar essa debilitação da memória associada à idade.

Supostamente, alguma perda de memória é inevitável para todos, começando entre os 45 e os 50 anos. A debilitação da memória associada à idade é um dos problemas médicos mais comuns das pessoas na meia-idade.

O mal de Alzheimer é, também, considerado inevitável para um grande número de pessoas. Hoje, essa doença ataca mais de 50% dos que estão com 85 anos. Devido a essa alta incidência, o mal de Alzheimer é a terceira doença na lista de causa mortis nos Estados Unidos, depois das doenças cardiovasculares e câncer.

Porém, não aceito a fatalidade nem do mal de Alzheimer nem da debilitação da memória associada à idade.

Acredito que o mal de Alzheimer possa ser retardado e prevenido. Acredito que a debilitação da memória associada à idade possa ser erradicada.

Acredito que as pessoas que estão na faixa dos 40, 50 e 60 anos - e ainda mais - possam manter não só uma memória quase perfeita, como também adquirir "mentes jovens", caracterizadas pelo potencial dinâmico do cérebro, capacidade de aprendizado, criatividade e interesse emocional, normalmente apenas encontrados nos jovens.

Essas minhas crenças, agora compartilhadas por outros pesquisadores e clínicos pioneiros, são absolutamente revolucionárias. Há 10 anos, quase ninguém na área da medicina concordava com essas idéias; é claro que eu também não. Hoje, estou certo de que elas são verdadeiras, por uma única razão: os resultados clínicos que alcancei. Há anos venho receitando, para o cérebro, um programa singular de regeneração que está na vanguarda da medicina preventiva contra o envelhecimento. Esse programa emprega a medicina alternativa, um novo método clínico que concilia a medicina tecnológica ocidental com a mais poderosa e já comprovada técnica da medicina oriental.

De certa maneira, tornei-me o primeiro médico a implementar um programa que produz "aptidão mental" e "longevidade do cérebro.

Os resultados obtidos têm sido espantosos. Meus pacientes alcançaram, quase literalmente, o impossível.

Auxilio as pessoas a recuperarem a mente que já tiveram. Rejeitando a suposição de que todas as mentes deverão se deteriorar com o envelhecimento, ajudo muitos pacientes a recuperarem suas “mentes jovens”.

Tenho conseguido alcançar isso, em parte, porque comecei a me dedicar a um elemento da perda da memória que só recentemente surgiu nos laboratórios de pesquisa do cérebro: a "conexão do cortisol".
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